Bolsa hoje: Em dia de instabilidade, Ibovespa volta a testar o campo positivo e dólar cai; Magazine Luiza (MGLU3) lidera ganhos (2022)

RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais operam sem direção definida nesta quinta-feira (8). Os investidores reagem à decisão do Banco Central Europeu (BCE) de elevar a taxa de juros na Zona do Euro em 0,75 ponto percentual, e ao discurso do presidente do Fed, Jerome Powell. Com a agenda esvaziada no cenário doméstico, o Ibovespa tende a seguir o exterior.

17h28

O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,14%, aos 109.915 pontos.

17h03

O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,61%, a R$ 5,2062.

16h24

Os principais contratos de DI encerraram a sessão regular em forte queda, principalmente na ponta mais longa da curva. Confira:

CÓDIGONOMEULTFEC
DI1F23DI jan/2313,74%13,76%
DI1F24DI jan/2413,04%13,12%
DI1F25DI Jan/2511,77%11,95%
DI1F26DI Jan/2611,49%11,70%
DI1F27DI Jan/2711,44%11,63%

15h40

DESTAQUES DO DIA

A notícia de que o ciclo de alta da taxa básica de juros básicos pode continuarpesou sobre o desempenho das construtoras e incorporadoras B3. As ações da companhia amargaram duras perdas na última terça-feira (6).

Mas a pausa nos negócios imposta pelo feriado de 7 de setembro deu aos investidores mais tempo para pensar, digerir a novidade e voltar a comprar papéis do setor. Com isso, as construtorassobem em bloco nesta quinta-feira (8).

O destaque do dia é a Tenda (TEND3) que, por volta das 15h35, avançava 9,81%, a R$ 7,39, e anotava o segundo melhor desempenho da bolsa. Além dela, a MRV (MRVE3) aparece entre as maiores altas do Ibovespa, com ganhos de 4,97%, a R$ 11,40.

Veja como operam, no mesmo horário, outros nomes do setor:

EmpresaVariação
CYRE3+3,96%
EZTC3+1,72%
JHSF3+1,23%
DIRR3+2,80%
CURY3+2,69%

14h27

CRISE ENERGÉTICA VS IBOVESPA

Quanto mais o inverno europeu se aproxima, mais assustador se torna o cenário energético do Velho Continente. Afinal, Vladimir Putin, da Rússia, parece disposto a não voltar atrás da sua operação militar na Ucrânia e nem da queda de braço contra os países que adotaram sanções contra o Kremlin.

A tensão entre os vizinhos europeus parece se aproximar do ápice. Na semana passada, o governo russo paralisou as operações do gasoduto Nord Stream 1, uma das principais portas de entrada de gás na Europa.

A grande dependência energética do Velho Continente e a torneira fechada na Rússia podem levar a economia do bloco europeu a recuar quase 3% se o pior cenário se concretizar, de acordo com um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI), já que as indústrias podem ser obrigadas a restringirem suas operações para que a população tenha aquecimento adequado.

Apesar do Brasil estar geograficamente longe do epicentro da crise, muitas empresas brasileiras possuem grande exposição ao mercado europeu e podem sofrer fortes impactos em termos de receita e custos — mas há quem possa sair vitorioso dessa situação.

Em relatório divulgado nesta manhã, o Santander Corretora apontou que empresas como Tupy (TUPY3), Weg (WEGE3) e Klabin (KLBN4) podem se favorecer do cenário de crise energética, já que poderiam se tornar empresas mais competitivas no norte e região central da Europa, regiões mais sensíveis ao corte de fornecimento de gás.

Além disso, empresas como Iochpe Maxion (MYPK3), Embraer (EMBR3), Weg (WEGE3), Klabin, Suzano (SUZB3), CSN (CSNA3), Aeris (AERI3) e Tupy (TUPY3) possuem cerca de 20% de exposição ao mercado europeu.

Como ficam as empresas brasileiras?

O racionamento de energia pode levar diversas indústrias a reduzirem a sua produção ou repassar aos consumidores custos mais elevados. Antes mesmo do inverno chegar, empresas produtoras de aço na Alemanha e Bélgica já anunciaram o encerramento de suas operações.

Para empresas brasileiras que atuam no mercado europeu, não precisar com os elevados preços de energia e produção podem as transformar em concorrentes ainda mais competitivos. Na visão dos analistas do Santander, Tupy, Weg e Klabin são as empresas que mais podem se beneficiar do cenário.

Com o crescente risco de recessão no continente, a instituição destaca que a maior parte das companhias com controladores europeus são de segmentos mais defensivos, como telecomunicações, varejo alimentar e energia, o que deve impedir uma queda relevante nas receitas das subsidiárias brasileiras.

13h57

A sinalização dada mais cedo pelo Federal Reserve anulou, em partes, a nova alta de juros promovida pelo Banco Central Europeu. Passado a cautela local com os eventos do 7 de setembro, a curva de juros opera em queda. Acompanhe:

(Video) Position Trade do Mercado Americano (semana de 21 a 25 de Março)

CÓDIGONOMEULTFEC
DI1F23DI jan/2313,74%13,76%
DI1F24DI jan/2413,08%13,12%
DI1F25DI Jan/2511,82%11,95%
DI1F26DI Jan/2611,55%11,70%
DI1F27DI Jan/2711,48%11,63%

13h26

Apesar da reação imediata do mercado ao discurso de Jerome Powell tenha sido positiva, as bolsas em Nova York voltaram a acelerar a queda na última hora. O Ibovespa acompanha e trabalha nas mínimas do dia.

13h20

CENTRAL DAS ELEIÇÕES

“Trump tropical”— ex-presidente dos EUA declara apoio a Bolsonaro; veja o que ele falou

12h34

O Ibovespa, que começou o dia próximo da estabilidade, firmou alta acima dos 110 mil pontos e nos últimos instantes, passou a operar em queda de 0,16%.

As primeiras horas do pregão foram de cautela dos investidores no cenário internacional após o Banco Central Europeu elevar o juros em 75 pontos-base e sinalizar continuidade no ciclo de altas.

O dado derrubou as bolsas europeias, que registraram quedas superiores a 1%.

Nos EUA, a maior aversão ao risco também leva em consideração o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, mantendo as expectativas de alta no juros americanos na próxima reunião.

As bolsas americanas, que começaram o dia em queda, recuperaram as perdas há pouco e seguem em campo positivo. Dow Jones avança 0,52%, S&P 500 sobe a 0,64% e Nasdaq tem alta de 0,74%.

O dólar à vista recua e cai a 0,54%, cotado a R$ 5,2190.

Por fim, o petróleo reverteu as perdas de ontem e do início da manhã de hoje e sobe a 1,48%, negociado a US$ 89,29 o barril.

12h06

IRB (IRBR3): CHEGOU A HORA DE COMPRAR?

A conclusão da oferta de ações doIRB Brasil (IRBR3)e a forte queda dos papéis “reacenderam” o interesse dos investidores pela empresa de resseguros. Isso torna a companhia “investível” novamente? A resposta é “sim”, de acordo com oBTG Pactual.

Odinheiro novo — mais precisamente R$ 1,2 bilhão — que entrou no caixa com a oferta de açõesera fundamental para o IRB, de acordo com o BTG. Após sucessivos prejuízos, a companhia ficou abaixo do limite de capital necessário para operar e tinha até outubro para regularizar a situação.

CONFIRA A AVALIAÇÃO DO BTG

11h40

FRIGORÍFICOS CAEM EM BLOCO

Os frigoríficos caem em bloco no Ibovespa nesta quinta-feira.

O surto de gripe aviária em Ohio, nos EUA, aumenta a atenção dos investidores em todo o mundo e atinge diretamente o setor de frigoríficos por aqui.

Confira:

CÓDIGONOMEULTVAR
JBSS3JBS ONR$ 27,47-5,37%
PCAR3GPA ONR$ 21,65-4,75%
BEEF3Minerva ONR$ 14,21-3,99%
MRFG3Marfrig ONR$ 12,18-3,87%
PRIO3PetroRio ONR$ 27,83-3,10%

Enquanto isso, o Ibovespa mantém-se no campo positivo e sobe a 0,23%, aos 110.018 pontos.

11h12

VENTOS A FAVOR AERIS (AERI3)

A XP elevou a recomendação dos papéis da Aeris Energy (AERI3)de neutro para compra, com preço-alvo passando de R$ 10,00 para R$ 4,00 no fim de 2023 — o que ainda representa um potencial de alta de 70,9% de acordo com o fechamento de ontem.

No ano passado,após a divulgação do balanço referente ao segundo trimestre da companhia, a XP havia rebaixado a recomendação de compra para neutro.

Agora, no entanto, os analistas acreditam que há um bom ponto de entrada para quem deseja comprar o ativo, diante da da recuperação da empresa.

CONFIRA OS DETALHES

11h00

IBOVESPA DESTOA DO EXTERIOR

Apesar das bolsas da Zona do Euro e de Nova York em queda, o Ibovespa destoa do exterior e opera em alta no pregão desta quinta-feira.

A bolsa brasileira sobe 0,71%, 110.545 aos pontos, impulsionado pelas companhias aéreas.

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
IRBR3IRB ONR$ 1,276,72%
GOLL4Gol PNR$ 10,126,30%
AZUL4Azul PNR$ 16,195,61%
VIIA3Via ONR$ 3,034,84%
MRVE3MRV ONR$ 11,364,60%

E as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
BEEF3Minerva ONR$ 14,05-5,07%
JBSS3JBS ONR$ 27,66-4,72%
MRFG3Marfrig ONR$ 12,23-3,47%
PRIO3PetroRio ONR$ 27,89-2,89%
PCAR3GPA ONR$ 22,13-2,64%

10h51

BOLSAS EUROPEIAS CAEM MAIS

As bolsas europeias reagem à nova alta de juros, anunciada mais cedo pelo BCE. A autoridade monetária da Zona do Euro elevou a taxa básica em 75 ponto percentual, com a sinalização de continuidade no ciclo de altas na próxima reunião.

Sendo assim, as bolsas da Europa aumentaram o mau humor e registra perdas superiores a 1%.

  • Londres: -o,63%;
  • Paris: -1,31%;
  • Euro Stoxx 50: – 0,58%.

10h31

ABERTURA EM NOVA YORK

As bolsas americanas mantiveram o mau humor do pré-mercado e abriu o pregão em queda nesta quinta-feira após discurso de Powell.

O presidente do Fed afirmou que o risco de recessão nos EUA é “significativo” e que espera um equilíbrio no mercado de trabalho.

  • Dow Jones: -0,69%;
  • S&P 500: -0,75%;
  • Nasdaq: -0,92%.

10h19

RISCO DE RECESSÃO NOS EUA

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell afirmou há pouco que o risco de recessão nos EUA “é significativo”, em discurso do Cato Institute.

“Quanto mais tempo a inflação ficar acima da meta, maior será o risco”, disse Powell.

10h11

A bolsa brasileira, com a agenda doméstica esvaziada, opera próxima da estabilidade, com mau humor do exterior.

Mais cedo, o Banco Central Europeu (BCE) elevou os juros em 75 ponto percentual e deve manter o ciclo de altas nas próximas reuniões, segundo a presidente do BCE, Christine Lagarde.

O Euro Stoxx 50, principal índice da Zona do Euro, cai a 1,23%.

A alta de juros soma-se ao agravamento da crise energética na Europa, com o corte de fornecimento de gás natural da Rússia desde a última sexta-feira.

Além disso, a desvalorização do petróleo no cenário internacional, com a maior cautela sobre a inflação no mundo todo, deve aumentar as perdas.

A commodity tem leve recuperação em relação ao dia anterior com alta 0,81%, mas cotada abaixo dos US$ 100. O barril de petróleo é negociado a US$ 88,84.

10h02

O Ibovespa abriu o pregão próximo da estabilidade, com alta de 0,21%, aos 109.977 pontos.

A bolsa brasileira acompanha o exterior, que começou o dia com cautela e ampliou o mau humor após o Banco Central Europeu (BCE) elevar os juros em 75 ponto percentual.

No mesmo horário, o dólar à vista opera em queda de 0,56%, cotado a R$ 5,2200.

09h50

BOLSAS EUROPEIAS AMPLIAM QUEDA

A presidente do BCE, Christine Lagarde, disse há pouco que a autoridade monetária deve seguir aumentando os juros nas próximas reuniões.

Segundo ela, as pressões no preços seguem amplas e a inflação pode subir mais no curto prazo, com o agravamento da crise energética após o corte de fornecimento de gás natural pela Rússia.

Após a nova alta na taxa básica de juros na Zona do Euro e o discurso de Lagarde, as bolsas europeias ampliaram as quedas nesta quinta-feira.

O Euro Stoxx 50 cai a 0,85%.

09h38

IBOVESPA FUTURO SEGUE EM ALTA APÓS DECISÃO DO BCE; DÓLAR CAI

O Ibovespa futuro manteve a alta da abertura após a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de elevar em 0,75 ponto percentual a taxa de juros.

Como o ajuste mais forte já era esperado pelo mercado, a expectativa agora fica para a fala da presidente do BCE, Christine Lagarde.

Há pouco, o Ibovespa futuro operava em alta de 0,91%, enquanto o dólar comercial era negociado em queda, na casa dos R$ 5,22.

09h28

BCE ELEVA JUROS EM 0,75 PONTO PERCENTUAL

O Banco Central Europeu (BCE) confirmou a expectativa do mercado e anunciou um aumento de 0,75 ponto percentual na taxa de juros.

O aperto monetário acontece em meio à escalada da inflação, que acumula alta de 9,1% nos últimos 12 meses.

A região convive com ainda com a crise geopolítica, em meio ao corte de fornecimento do gás pela Rússia.

09h01

O Ibovespa futuro abriu em alta de 1,11%, aos 111.750 pontos, e acompanha Wall Street, com índices futuros no campo positivo.

No mesmo horário, o dólar à vista abriu em queda 0,91%, cotado a R$ 5,1995.

08h50

OPORTUNIDADE DE SWING TRADE NA BOLSA

O nosso colunista, Nilson Marcelo, identificou uma oportunidade na bolsa hoje: lucro de mais de 5% com ações do Assaí (ASAI3).

Leia a recomendação completa do analista aqui.

08h31

BOLSAS NO EXTERIOR

  • Dow Jones futuro: +0,11%;
  • S&P 500 futuro: +0,07%;
  • Nasdaq futuro: +0,03%;
  • Euro Stoxx 50: -0,24%;
  • Xangai (China): -0,33% (fechado);
  • Nikkei (Japão): +2,31% (fechado);
  • Petróleo Brent: US$ 88,24 (+0,27%);
  • Minério de ferro (Dalian, China): US$ 101,47 (+3,14%)

08h22

ESQUENTA DOS MERCADOS

Bom dia! A primeira semana completa de setembro é marcada pelas costuras entre feriados aqui e nos Estados Unidos.

As bolsas e investidores tentam caminhar entre as pausas e a falta de liquidez para fazer os índices avançarem ao menos um pouco e reverter as perdas recentes.

Quem aproveitou a pausa brasileira para subir foram as bolsas no exterior: enquanto o feriado da Independência mantinha as negociações no Ibovespa suspensas, Nova York subiu com sinais de que a inflação dos EUA está dando sinais de desaceleração.

Os panos quentes no cenário macroeconômico, porém, não conseguiram manter os investidores aquecidos nesta quinta-feira (08).

No fechamento asiático, as bolsas encerraram o pregão sem um único sinal, acompanhando o rali de Wall Street e reagindo aos sólidos dados da economia japonesa.

Em oposição ao otimismo, os dados de exportação da China reforçaram a tese de desaceleração econômica do país, o que fez os índices por lá fecharem em queda.

Enquanto isso, as bolsas da Europa também operam sem direção.

Os investidores aguardam a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que deve elevar os juros em 75 pontos-base para combater a inflação recorde da Zona do Euro.

Há ainda a possibilidade de um ajuste mais brando, de 50 pontos-base, mas a dosagem menor do remédio pode não surtir efeito no paciente.

Por fim, os índices futuros de Nova York também operam — adivinhem — sem direção definida, reagindo à publicação do Livro Bege da última quarta-feira (07).

De volta para as terras brasileiras, o Ibovespa encontra um cenário internacional nada positivo pela frente.

Somado a isso, a bolsa local deve reagir ao feriado da independência — com direito a uma prévia do clima eleitoral.

No pregão da última terça-feira (06), o Ibovespa encerrou a sessão em queda de 2,17%, aos 109.763 pontos, repercutindo não só a disparada dos juros futuros como também a cautela com o cenário político antes do feriado de 7 de setembro.

O dólar à vista subiu 1,63%, a R$ 5,2381.

Confira o que movimenta o dia das bolsas, do dólar e do Ibovespa.

FAQs

O que está acontecendo com o Ibovespa hoje? ›

O Ibovespa fechou em leve queda nesta segunda-feira (10), acompanhando as baixas das bolsas internacionais.

Qual o resultado da Bolsa de Valores hoje? ›

O Ibovespa hoje fechou em leve alta de 0,31%, aos 117.560,83 pontos e com volume negociado de R$ 33,3 bilhões.

Quando a bolsa de valores cai é bom ou ruim? ›

O contrário também ocorre: quando os índices da bolsa caem, é sinal de que há poucos investindo em ações. Como o volume maior de investimentos é feito por grandes instituições, e muitas delas são estrangeiras, isso é um sinal de que há pouco dólar entrando no País.

Por que a bolsa de valores está em queda? ›

A Bolsa de Valores pode entrar em períodos de queda por diversos motivos, sendo os principais entre eles: Maior força dos vendedores. Pessimismo com a economia de modo geral. Riscos políticos, fiscais, administrativos, jurídicos, tributários e econômicos do país.

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Author: Saturnina Altenwerth DVM

Last Updated: 11/01/2022

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